sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ovo com amor

Para encrementar aquele prato, deixo uma dica bem legal.
Ovo em forma de coração!

É bem simples e vou fazer.



Cozinhe o ovo
Retire a casca
Pegue uma caixa de suco ou de leite, abra e lave bem
Com um palito, pode ser o de churrasco, pressione o ovo e prenda com elásticos na caixa.
Leve à geladeira
Retire  o palito e pronto

O Ovo de coração.
As crianças vão adorar!!!

Mãe, tô com medo!

O medo faz parte naturalmente da vida do ser humano, é o estado emocional que ativa os sinais do corpo diante dos perigos, é uma importante etapa do amadurecimento afetivo.

Desde os primeiros meses de vida do ser humano, ocorre algo muito relacionado ao medo, é o medo da separação entre mãe e bebê.

O bebê sempre está com medo da mãe ficar longe dele.

Nos primeiros anos de vida é muito comum a criança sentir medo. São reações típicas da idade. Tem medo do escuro, de fantasmas, monstros, etc.

Nós adultos, quando estamos no escuro perdemos a referência do que está no local, com a criança é a mesma ocorre a mesma coisa, porém o imaginário é aguçado. Apagar a luz do quarto de uma criança é acender a sua imaginação.

Os pais devem evitar levar os filhos para dormirem junto à eles, pois pode reforçar o medo, estimulando a criança a pensar que realmente existe algo no quarto dela e por esta razão não pode ficar lá. É preciso deixar uma luz acesa: corredor ou abajur. Conversar com a criança é fundamental, vá para o quarto da criança, espere que ela se acalme e espere-a dormir se tiver muito agitada.

Ofereça objetos para a criança dormir junto, os chamados objetos de transição. Um ursinho, naná, mantinha. É importante que a criança tenha algo à mão para enfrentar o medo na hora de dormir.

Os sinais típicos do medo são: choro, abraço, gritos, etc.

O imaginário da criança deve ser sempre estimulado de maneira positiva. É a idade que conhecerão os contos de fadas com histórias de bruxas, monstros e fantasmas. Não deixe e contar essas histórias, reforçando que são APENAS histórias, procure livros e desenhos que conta a história de uma bruxa boazinha, um monstro que faz o bem.

Nunca utilize esses personagem para conseguir que a criança faça algo.

- Se você não recolher os brinquedos, vou chamar a bruxa para te pegar.

Isso faz com que a criança atenda por medo e nunca pela autoridade que os pais exercem.

Especialistas afirmam que muitos pais podem transformar esse medo em trauma. Uma história que parece inofensiva aos pais (adultos), para a criança que está se desenvolvendo e conhecendo o mundo não é bem assim.

A criança confia no que os pais e outros adultos dizem. O adulto deve evitar ficar falando do assunto em todos os momentos, não lembrar do medo.

Ter medo de médico é natural, afinal é uma pessoa que a criança não tem intimidade, mesmo que já a conheça, é uma pessoa que vai examiná-la, colocar um palito de sorvete em sua boca, dar injeção. É preciso que a mãe ou o pai fique perto todo o momento. Leve algum brinquedo para o consultório e explique que todos precisam do médico.

Quando for ao médico (em situações simples: pegar uma receita, resultado de exames) leve a criança junto, assim ela poderá ver que é normal ir ao médico até para a mamãe.

A escola é outro local que pode causar medo à criança, principalmente no início do ano. Pois é um ambiente novo, professores novos, coleguinhas... É preciso conversar antes com a criança e aos poucos ela perderá esse medo.

O medo difícil de lidar é o da violência, a criança vê muitas coisas na TV, ouve muitos assuntos relacionados. É preciso que os pais encontrem um equilíbrio entre os alertas que devem ser passados à criança e a super proteção.

Esse é um medo real, como: medo de escadas, estranhos, altura, fogo, animais, etc. Devem ser estimulados de maneira cuidadosa e sem exageros. Assim a criança terá a percepção do risco e a atitude de auto proteção.

O sinal de alerta em relação ao medo é quando começa a atrapalhar a rotina da criança. Ela não quer ir à escola, festas (por medo de bexigas ou palhaços) e se esse medo persistir por mais de 6 meses, não diminuir com o passar do tempo e após muita conversa, é preciso buscar ajuda profissional de Psicólogo.

É preciso tempo, paciência e respeito ao medo da criança. O fundamental é uma conversa franca e muito carinhosa, mostre ao seu filho que sempre está por perto.

Medos comuns
Fonte: http://bebe.abril.com.br/
 
0 a 18 meses

Barulhos estranhos ou altos, luzes intensas, pessoas estranhas e riscos de quedas. O bebê chora ou fica irritadiço e agitado.

18 a 36 meses
Água, pessoas mascaradas (Papai Noel), escola e tudo o que for estranho à sua rotina. É importante saber que a zona de conforto do bebê está ligada à ordem.

3 a 5 anos
Fantasias assustadoras, como monstros e fantasmas. É a fase da imaginação fértil, que pode se intensificar na hora de dormir. Ela acontece por causa do desenvolvimento da massa cinzenta. Vale lembrar que a capacidade de imaginação aumenta à medida que ocorre o desenvolvimento biológico do cérebro.

A partir dos 6 anos
Medos mais vinculados à realidade, como o de ladrões e o de acidentes em geral. A família deve transmitir a malícia necessária para a criança ter segurança. Nessa hora, é importante demonstrar como agir em uma piscina ou, então, o que fazer diante do assédio de estranhos.

Ser Pedagogo

Ser Pedagogo não é apenas ser Professora, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola.
É mais do que isso.
É ser Responsável.
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade deturpada, equivocada sem valores morais nem princípios.
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande
nas mãos.
Talvez até mesmo o futuro...
Nas mãos de um Pedagogo concentra- se o futuro de muitos médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou qualquer outra profissão...
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.
Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na sociedade, no mundo, na vida.
Ser Pedagogo não é fácil, requer dedicação, confiança e perseverança.
Hoje em dia ser Pedagogo em uma sociedade tão competitiva e consumista não torna-se uma profissão muito atraente, e realmente não é.
Pois os valores, as crenças, os princípios, os desejos estão aquém do intelecto humano.
Hoje a sociedade globalizada está muito voltada para a vida materialista.
As pessoas perderam- se no caminho da dignidade e optaram pelo atalho da competitividade, é triste pensar assim, muito triste pois este é o mundo dos nossos filhos, crianças que irão crescer e tornar- se adultos.
Adultos em um mundo muito poluído de idéias e sentimentos sem razão.
Adultos que não sabem o que realmente são.
Alienados, com interesses voltados apenas pelo Ter e não pelo Ser.

Ser Pedagogo é ter a missão de mudar não uma Educação retorcida, mas ser capaz de transformar a sociedade que ainda está por vir.
Pode ser ideologia pensar assim, mas como Pedagogos temos a capacidade de plantar hoje nesta sociedade tão carente de valores, sementes que um dia irão florescer.
E quem sabe essa mesma sociedade que hoje é tão infértil possa colher os frutos que só a Pedagogia pode dar.