segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Mãe, meu dente tá mole? E a fada do dente, vai chegar?

O que fazer quando o dentinho do seu filho está ficando mole?


Antes desse dia chegar é preciso ter consciência que os dentes temporários, dentes de leite, devem receber cuidados. A saúde dos dentes permanentes dependerá de como foi o cuidado dos dentes temporários. Dente de leite estragado e não reparado pode causar sérios danos aos dentes permanentes.

Os dentes permanentes vão se formando por baixo dos temporários e, conforme evoluem em sua formação reabsorvem concomitantemente as raízes dos antecessores, até que estes caem e os permanentes aflorem. Eis a razão porque os dentes temporários, quando caem, não têm raízes.

O tratamento dos dentes-de-leite habitua a criança, desde cedo, aos bons hábitos de higiene dentária.

A criança pode ficar mexendo no dente? É melhor esperar cair ou arrancar? E se ela engolir o dente sem perceber? "O melhor é deixar acontecer naturalmente", avisa o odontopediatra e ortodontista Fábio Bibancos de Rosa. "Amarrar um fio e puxar pode ser traumático para a criança, mas ela mexer no próprio dente, quando está molinho, não tem problema", acrescenta.
Revista Crescer

A fase de troca dos dentes é um momento importante na vida da criança, uma prova concreta de que ela está crescendo, geralmente ocorre aos seis anos de idade. As crianças nessa idade exibem orgulhosamente suas "janelinhas". Esse momento pode variar de criança para criança. Os primeiros dentes de leite a cair são os da frente (incisivos centrais). Depois os do lado e por fim os caninos.

O momento de tirar o dente não deve ser tenso, caso contrário pode se tornar um trauma para a criança.

Há quem diga que A Fada do Dente ensina crianças a vender partes do corpo por dinheiro. Acho que são pessoas que não tem o que fazer, gostam de ver o mau em tudo e são atormentadas. rs
Histórias sobre a Fada do Dente circulam desde o início do século XX, embora ninguém saiba sua origem exata. Todavia, trocar "dentes de leite" por presentes é algo que remonta aos vikings, mais de mil anos atrás.

Quando eu era pequena ouvia a história que o dente deveria ser jogado em cima do telhado para dar sorte. A minha mãe tem até hoje os meus dentinhos. hehehe

A Fada do Dente é muito famosa nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Ao contrário das outras fadas, ela só ajuda as crianças que perdem seus dentes de leite.
Incentive essa fantasia aos seus filhos, é um meio para eles saberem lidar com essa fase de transição.
Peça para que avise quando o dente cair, guarde o dentinho da criança e coloque debaixo do travesseiro quando ela for para a cama. A criança ainda acordada deve ver o seu dentinho sendo colocado embaixo do travesseiro, quando a criança dormir retire o dente e coloque uma moeda ou uma nota de dinheiro no lugar.
Conte para as crianças

A Fada do Dente é muito famosa nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Ao contrário das outras fadas, ela só ajuda as crianças que perdem seus dentes de leite, que são aqueles dentes que caem quando você está crescendo.
Para tanto é preciso que você avise os seus pais que seu dente caiu e coloque embaixo do travesseiro na hora de dormir. Durante a noite a Fada do Dente aparecerá e trocará o dentinho de leite por uma moeda ou um presente.




Achei por aí
http://likenoothergifts.com/
http://www.childrensbedcentres.co.uk/
http://www.folksy.com/
http://www.mulberryhall.co.uk/
http://www.cjhowe.co.uk/
Fonte:
Revista Crescer
ABC da Saúde

Filminho sessão Pipoca - A Fada do Dente

Filminho pipoca é aquele que assistimos jogadas ao sofá, quando não queremos nos preocupar com nada e pode aconchegar as crianças para assistir junto.
Quando um filminho assim aparece é uma delícia. Salva o finalzinho de noite, não é?
Esses dias, acho que foi na sexta feira, eu estava super cansada, não havia nada na tv que me agradasse, até que parei no telecine e estava começando o filme A Fada do Dente.
Fiquei de ver esse filme no cinema, mas não sei porque não fui. Adoro os filmes Infantis que o Dwayne Johnson trabalha como ator.

Falei no post anterior sobre a importância de acreditar na Fantasia. O filme A Fada do Dente mostra esse tema de uma maneira bem divertida para adultos e crianças.

Derek Thompson (Dwayne Johnson) é um jogador de segunda divisão de hóquei que tem a tendência de arrancar os dentes de seus adversários, daí o apelido. Sua crueldade inata faz com que ele destrua as crenças de uma criança de seis anos na Fada do Dente. Ele, então, é sentenciado a uma semana de trabalho forçado como uma verdadeira fada do dente, para redescobrir os próprios sonhos e esperanças.
O filme conta com a participação de Julie Andrews, amo todo e qualquer filme dela. Realmente parece que saiu de conto de fadas.










A menina que cresceu sem acreditar no Papai Noel


Era uma vez uma menina que nunca acreditou no Papai Noel.
Adorava o Natal como qualquer criança, as festas de Natal de sua família sempre ocorriam na sua casa. Eram sempre repletas de músicas, comidas, doces, árvore de Natal, presentes, primos, brincadeiras, mas não tinha Papai Noel.
Os pais nunca a incentivaram a acreditar em lendas, muito menos em Papai Noel.
Ao chegar novembro as músiquinhas de Natal e o barulhinho dos sininhos invadiam a TV, as revistas, a escola e os assuntos com os coleguinhas. Todos os anos a menina fazia a mesma pergunta:

- Papai Noel vai trazer o meu presente?

A mãe da menina rigorosamente respondia:

- Seu presente vai depender do dinheiro do seu pai, se ele tiver você ganha, se ele não tiver não tem.

A menina conformada, mas triste, não entendia o porquê a mãe falava isso a ela, enquanto a professora dizia ao colocar a folha com o desenho do Papai Noel para pintar:

- Papai Noel chega enquanto vocês estiverem dormindo. Ninguém o vê colocando o presente.

Os coleguinhas da mesma turma do jardim na escola sempre falavam:

- Eu me comportei bem esse ano, vou ganhar presente.

Outro coleguinha ao fundo gritava:

- Eu fiz uma baita carta para o Papai Noel.

Quando chegava a vez da menina comentar sobre esse tal velhinho, era sempre a mesma resposta:

- Ah, também fiz a mesma coisa.

Ela como sempre foi “bocudinha”:

- E esse menino nem sabe escrever.

A professora já mudava o assunto senão começaria a briguinha na sala do jardim.

Oh, dúvida cruel na cabecinha de uma criança. Existe ou não existe?

A publicidade ficando mais forte para o Natal, as músicas cada vez mais servindo de trilha sonora para os comerciais na TV, chegando muitos panetones com cartões na casa da menina, que comia panetone, mas tirava todas as frutas cristalizadas.
A dúvida sobre o Papai Noel crescendo ainda mais. Eram livros, gibis, a escola toda enfeitada para o Natal, o ensaio para o presépio e conversas no playground do prédio. Até que chegou o dia que a menina falou para os coleguinhas da mesma idade, eram três crianças, duas meninas e um menino:

- Papai Noel não existe.

Uma das crianças logo retrucou:

- Existe sim!

A menina bateu o pé e continuou afirmando:

- Não existe, Papai Noel é um homem de barba de mentira que dá bala no parque, é fantasia a roupa dele.

Outra criança inconformada indagou:

- Quem te disse isso?

A menina não respondeu quem disse, mas continuou afirmando que o Papai Noel não existe:

- Papai Noel não traz presentes, o presente depende do dinheiro do nosso pai, se ele tiver dinheiro tem presente, se não tiver, não terá presente.

Nossa, imagina a carinha de três crianças de cinco anos. Continuaram a falar que existe o Bom Velhinho e logo uma das crianças foi correndo para casa perguntar à sua mãe.

A mãe dessa criança veio muito brava conversar com a menina que acabava de destruir o sonho de Natal de sua filha:

- Menina, você não pode mentir, Papai Noel existe sim e é muito feio mentir. Papai Noel não gosta de criança mentirosa.

A menina olhou para essa pobre mãe brava e logo retrucou:

- A minha mãe não mente e eu não sou mentirosa, se você não tiver dinheiro, ela (filha) não terá presente.

A menina saiu correndo chorando, foi para casa e contou à sua mãe:

- A tia, mãe da outra menina, te chamou de mentirosa.

- O que? - a mãe já alterada.

- A tia disse que Papai Noel existe sim e ele não gosta de criança mentirosa.

A mãe vendo a menina chorando bastante foi falar com a outra mãe para saber o que realmente aconteceu.
A outra mãe disse a verdade, só que a mãe da menina não queria que seus filhos acreditassem em Papai Noel.
Tudo ficou resolvido naquele ano. O Natal foi lindo como sempre, teve pernil, farofa com pedacinhos de calabresa que a menina amava e bolo de chocolate. Os primos estavam todos, tinha música, presentes, pedaços de frutas cristalizadas pelo chão e abraços à meia noite.
Acabou o Natal, o Ano Novo, chegaram às aulas e os anos se passaram.
Acreditem ou não? Mas até hoje, 20 anos depois, a menina não tirou essa dúvida: Papai Noel existe ou não?


Eu já escutei inúmeras histórias sobre a origem do Papai Noel. Cada um contava uma história.
Todo Natal as mesmas músicas (precisam evoluir, apesar de lindas), a árvore de Natal, os presentes, o peru, a tia, o pudim de leite que alguém leva para a sobremesa (eu sempre fico sem graça porque não gosto), os abraços, enfim o Papai Noel.
Quando pequena só via o Papel Noel no shopping e olhe lá. Meus pais nunca me incentivaram a acreditar no bom velhinho, sempre me diziam que o presente era o pai que comprava e ia depender do dinheiro que ele tivesse.
Não me recordo, em nenhum momento da minha vida, ter esperado o Papai Noel. Recordo-me das mães dos meus amigos brigando comigo, por ter destruído o conto de Natal de seus filhos.
Que criança má! rsrs
Pois é, não é mentira, eu fazia isso mesmo. Não era só com o Papai Noel, com o coelho da Páscoa também, mas o Papai Noel era o que mais doía nas crianças, é um choque mesmo. Acho que porque as crianças viam sempre os ovos de Páscoa no supermercado e na igreja sempre falava da diferença dos ovos dos coelhos e dos ovos de chocolate. Muitas iam raspar a panela na vizinha que vendia ovos de Páscoa.
Mas alguma coisa dentro de mim me dizia que era para acreditar no Papai Noel, não sei o que.
Meus pais nunca incentivaram à fantasia, eles queriam filhos com os pés no chão.
Hoje, meu irmão e eu, somos dois sonhadores que chega a nos atrapalhar.
Isso me faz pensar em tantos “serás”. Mas não vou colocar os “serás” da minha vida aqui. rs

Quando comecei a trabalhar com crianças tinha apenas 15 anos. Por amar tanto estar ao lado de crianças, fui trabalhar como voluntária em um orfanato passava a maior parte do dia lá, ninguém conseguia acreditar que preferia ficar lá a ficar com os amigos. Claro que tinha uma vida normal de adolescente, saía, paquerava, ficava com as amigas, etc., mas gostava também de ficar com as crianças.
Ia com três amigas, todo dia estávamos lá, às 15h em ponto. Mais tarde as outras duas mudaram seus interesses e eu continuei com as crianças.
As crianças do orfanato mesmo não tendo família acreditavam no Papai Noel.
Sempre voltava à minha cabeça a frase da minha mãe:

- O presente do Papai Noel depende do dinheiro do seu pai.

E aquelas crianças que nem pais para passar o Natal tinham?
Mesmo assim adoravam o Natal, gostavam da festa delas, era o Natal. Natal muito mais feliz que em muitas residências repletas de luxo e sofisticação.
Nunca vi faltar nada àquelas crianças, nem festa de aniversário passava em branco. Sempre havia aniversários, toda semana, até mesmo para os bebês. As festinhas eram deliciosas, tinha bolo, guaraná, muitos doces pra você!

Era a festa que toda criança quer ter: Com Amigos.

O Natal era a mesma coisa, a festa que muitos adultos querem ter: Com Amigos!

O Papai Noel sempre ia visitá-los no Natal, era sempre uma farra, todos acreditavam no Papai Noel. Só os maiores que já desconfiavam, mas mesmo assim respeitavam a fantasia dos menores.

No curso de Pedagogia estudei sobre a Fantasia na Infância, é um assunto para horas.
Até os sete anos de idade, é preciso ter cuidado ao destruir a fantasia de uma criança, ela acredita naquilo.
Se no seu Natal surgir um engraçadinho que queira destruir a fantasia de filho e a magia do Papai Noel, falando que ele não existe, converse com o seu filho, fale que é para ele acreditar independente do que falam e deixe uma lembrancinha como se fosse o Papai Noel quem tivesse deixado.
A criança não precisa ganhar o super big Power brinquedo para acreditar que foi o Papai Noel quem trouxe. Uma balinha deixada do ladinho da cama já faz toda a diferença.
Ele não precisa se comportar o ano todo e passar de ano na escola para ganhar presente. O Papai Noel vai chegar porque ele é uma criança especial, linda e cheia de luz. O comportamento e o prêmio por passar de ano na escola, se referem a outras questões que não têm a ver com o Natal.

Acreditar no "Faz de Conta" é fundamental para o desenvolvimento do raciocínio e da inteligência da criança.



Segundo a revista Pais e Filhos desse Mês:
Sempre tem um desmancha-prazeres para atrapalhar a festa das crianças “contando” que Papai Noel não existe. Pode ser aquele primo adolescente ou aquela tia que acha que faz-de-conta é ruim, sei lá... Ou simplesmente alguém que gosta de estragar a festa alheia porque não sabe aproveitar a sua. Se isso acontecer, e seu pequeno aparecer chorando, perguntando se foi mesmo você que comprou os presentes, pode dizer que você compra alguns, sim, mas que o mais especial só o Papai Noel pode trazer. Se seu filho ainda estiver na idade em que a fantasia é essencial, vai ficar satisfeito com a resposta. Para reforçar, não custa deixar um copo de leite com biscoitos (e passar pela mesa e dar uns goles e comer alguma das bolachas). Papai Noel é você, mas ele ainda não precisa saber disso...

Hoje eu acredito no Papai Noel, ele existe sim e sempre me traz muitos presentes valiosos no Natal. Passo o Natal sempre rodeada de amigos, família, muitas comidinhas, presentes e posso descansar em Paz com o meu marido após a festa acabar.

Só tenho a agradecer!!!

Ah, e não culpo a minha mãe por isso, ela fez tudo com a melhor das intenções como toda mãe faz. Ela não queria que seus seus filhos acreditassem em algo que os fizessem sofrer depois por alguma desilusão.


Ser Pedagogo

Ser Pedagogo não é apenas ser Professora, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola.
É mais do que isso.
É ser Responsável.
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade deturpada, equivocada sem valores morais nem princípios.
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande
nas mãos.
Talvez até mesmo o futuro...
Nas mãos de um Pedagogo concentra- se o futuro de muitos médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou qualquer outra profissão...
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.
Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na sociedade, no mundo, na vida.
Ser Pedagogo não é fácil, requer dedicação, confiança e perseverança.
Hoje em dia ser Pedagogo em uma sociedade tão competitiva e consumista não torna-se uma profissão muito atraente, e realmente não é.
Pois os valores, as crenças, os princípios, os desejos estão aquém do intelecto humano.
Hoje a sociedade globalizada está muito voltada para a vida materialista.
As pessoas perderam- se no caminho da dignidade e optaram pelo atalho da competitividade, é triste pensar assim, muito triste pois este é o mundo dos nossos filhos, crianças que irão crescer e tornar- se adultos.
Adultos em um mundo muito poluído de idéias e sentimentos sem razão.
Adultos que não sabem o que realmente são.
Alienados, com interesses voltados apenas pelo Ter e não pelo Ser.

Ser Pedagogo é ter a missão de mudar não uma Educação retorcida, mas ser capaz de transformar a sociedade que ainda está por vir.
Pode ser ideologia pensar assim, mas como Pedagogos temos a capacidade de plantar hoje nesta sociedade tão carente de valores, sementes que um dia irão florescer.
E quem sabe essa mesma sociedade que hoje é tão infértil possa colher os frutos que só a Pedagogia pode dar.