quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Idéia simples, barata e muito divertida - Aniversário de Gatinhos

Adorei essa idéia!!!
Faça você mesmo uma festa simples, barata e muito divertida.
Para crianças de 2 a 4 anos é muito legal esse tema, pois muitas crianças acima de 5 anos já querem temas com seus ídolos.
Pode ser usado como tema para menino e para menina.

Dá para fazer em casa, sem muitas crianças, sem adultos e com diversão garantida.

decoração de balão
Decore balões como se fossem gatinhos.
você vai precisar de: Balões, tesouras, cartolina ou color 7 (4 cores), cola
Orelhinhas e barbinhas de gatinho nos pratinhos.

Coloque bigodes, olhos e orelhas nos copos descartáveis para reforçar o tema.


Brincando como um gatinho em uma pista de obstáculos com caixa de papelão, túneis, postes zero caseiro, e bolas de fios pendurados.
Para isso utilize meias velhas e cole retalhos de feltro em forma da patinha do gatinho.



Bolo!!!
Com glacê real, corante azul, rosa e preto + um saco de confeitar e um bico simples, podemos usar a nossa imaginação.

Sempre é hora de falar de sexo

A omissão desse tema leva as crianças a acharem que temas relativos à sexualidade não devem ser discutidos com os adultos. Curiosos vão continuar procurando informações com os colegas e muitas vezes ouvir comentários equivocados em resposta.

Os pais devem sempre observar a crianças, pois nem sempre as dúvidas são expressas em palavras. Se um garoto abaixa as calças ou levanta a saia da coleguinha é hora de conversar sobre as diferenças entre os meninos e meninas.

O assunto deve ser trabalhado sem medo e nem preconceito.
Não adianta discutir a importância de respeitar a opção sexual se no dia a dia os pais fazem piadinhas desrespeitosas para com os homossexuais.
Para que a criança conviva de forma saudável com questões ligadas ao sexo, tanto os pais como professores devem ajudá-la a entender o que se passa em cada momento da vida.

Desde os primeiros anos de vida é fundamental tratar as manifestações com naturalidade sem julgá-las usando os parâmetros do adulto.
Desde a infância, atos e palavras são frutos da curiosidade e do prazer, mas nem sempre tem conotação erótica ou envolvem o desejo de consumar o ato sexual.

O corpo e o prazer
É normal que os pequenos toquem os genitais para ter prazer e conhecer o corpo. Proponha descobertas de outras formas de satisfação como; brincar na areia, água, etc.
Deixe explorar esses elementos e o incentive a falar sobre o que sentiram e as partes do corpo que dão prazer, inclusive o penis e a vagina. Diga que é normal tocá-los, mas que se trata de partes íntimas, então não deve ser manipulado em locais públicos. É interessante alertá-los na questão segurança, pois pode machucar ao se tocar.
Finalize lembrando outras formas de prazer, como brincadeiras.
Se na maioria das vezes o ato tem a ver com a busca pelo prazer e exploração do corpo, em outras tudo não passa de imitação dos adultos. É comum verem atores se beijando na TV e querem fazer o mesmo. Nessas horas o importante é ressaltar que isso não é coisa de criança.

Em Crianças de 6 a 11 anos, o mais comum são as brincadeiras exploratórias, os risos e as piadas sobre partes íntimas além de palavrões e comentários depreciativos ou agressivos sobre as características físicas dos outros.
Quando as crianças brincam de médico, elas querem explorar o corpo. Assustar-se com a situação pode fazer com que sintam vergonha da própria sexualidade. O correto é propor atividades e conversas que expliquem as diferenças de gênero.
Da mesma força é preciso estar preparado para lidar com palavrões e manifestações agressivas.
Muitos não sabem o que significa o palavrão que falou. Esclarecer o significado de cada palavrão falado ameniza a agressividade das manifestações, perdem o impacto.
No caso de insultos e deboches com características físicas e de comportamento que fuja do padrão (menino que gosta de rosa e menina que joga futebol), o melhor caminho é justamente discutir o padrão. Faz parte do desenvolvimento sexual saudável o respeito pelos outros.

Sigmund Freud dividiu o desenvolvimento sexual do ser humano em diferentes fases, conforme os órgãos, seres e objetos que proporcionam prazer e a relação que o indivíduo estabelece com eles.

Até os 2 anos de idade é chamada a Fase Oral - Órgão que se concentra prazer é a boca. É por meio dela que o bebê descobre o mundo, explorando objetos e partes do corpo.
Cuidados - Segurança e limpeza para que a curiosidade seja saciada sem afetar a saúde.
Palavra chave = dependência

De 2 a 3 anos idade é chamada a Fase Anal - Aprendendo a controlar, a criança sente prazer na eliminação e na retenção das fezes e da urina. Por isso, pressionar para largue as fraldas gera ansiedade e angústia. O ideal é elogiá-la quando toma a iniciativa de pedir para ir ao banheiro.
Palavra chave= controle, manipulação.

De 4 à 6 anos de idade é chamada a Fase Fálica - As crianças começam a obter prazer
Com a manipulação dos seus genitais. Elas observam as diferenças entre homens e mulheres e começam a dirigir seus primeiros impulsos sexuais ao genitor do sexo oposto.
Palavra chave = aquisição de valores, moralidade, relação com autoridade.
De 7 à 12 anos de idade é chamado o período de Latência - A curiosidade sexual existe, mas é canalizada em grande parte para o desenvolvimento intelectual e social. Apesar desse desvio da libido, a criança continua explorando as diferenças para descobrir o que é ser menino ou menina.

12 aos 18 anos - Puberdade - (adolescência / puberdade) fase madura da sexualidade e amadurecimento.
O adolescente volta à fase genital, mas dessa vez o desejo vira vontade de fazer sexo.
Os fatores emocionais e sociais que se ligam ao prazer ganham importância. A ação dos hormônios se intensifica e o corpo amadurece. É comum o jovem se masturbar, ter sonhos eróticos e fantasias. Também, nas meninas, é o período da primeira menstruação.



O pleno desenvolvimento requer que cada fase seja vivida, elaborada e ultrapassada. Quando acontecem obstáculos que dificultam o desenvolvimento, seja por excesso de prazer ou por falta de prazer, a criança pode ficar fixada numa destas fases.
Outro conceito possível dentro do modelo de desenvolvimento freudiano é a regressão. Quando diante de uma situação muito difícil de ser elaborada a criança pode regredir a uma etapa da vida, quando ela se sentia mais segura, mais amada.

Fonte: Revista Nova Escola
            Arquivo Pessoal

Ser Pedagogo

Ser Pedagogo não é apenas ser Professora, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola.
É mais do que isso.
É ser Responsável.
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade deturpada, equivocada sem valores morais nem princípios.
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande
nas mãos.
Talvez até mesmo o futuro...
Nas mãos de um Pedagogo concentra- se o futuro de muitos médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou qualquer outra profissão...
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.
Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na sociedade, no mundo, na vida.
Ser Pedagogo não é fácil, requer dedicação, confiança e perseverança.
Hoje em dia ser Pedagogo em uma sociedade tão competitiva e consumista não torna-se uma profissão muito atraente, e realmente não é.
Pois os valores, as crenças, os princípios, os desejos estão aquém do intelecto humano.
Hoje a sociedade globalizada está muito voltada para a vida materialista.
As pessoas perderam- se no caminho da dignidade e optaram pelo atalho da competitividade, é triste pensar assim, muito triste pois este é o mundo dos nossos filhos, crianças que irão crescer e tornar- se adultos.
Adultos em um mundo muito poluído de idéias e sentimentos sem razão.
Adultos que não sabem o que realmente são.
Alienados, com interesses voltados apenas pelo Ter e não pelo Ser.

Ser Pedagogo é ter a missão de mudar não uma Educação retorcida, mas ser capaz de transformar a sociedade que ainda está por vir.
Pode ser ideologia pensar assim, mas como Pedagogos temos a capacidade de plantar hoje nesta sociedade tão carente de valores, sementes que um dia irão florescer.
E quem sabe essa mesma sociedade que hoje é tão infértil possa colher os frutos que só a Pedagogia pode dar.