segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Mompreneurs - Mães Empreendedoras


Está cada vez mais difícil para as mães conciliar família, trabalho, filhos e o tempo para elas mesmas.
Para haver essa conciliação, muitas mulheres estão optando em ter o seu próprio negócio em casa.
Esse é um fenômeno que tem crescido nos últimos anos, é o fenômeno das mompreneurs, (mom = mãe + entrepreneurs = empreendedoras).
Há cerca de uma década, nos EUA, Canadá, Reino Unido e outros países da Europa e da Ásia, a opção das mulheres por trabalhar em casa após a maternidade virou tendência e as ‘work-at-home-moms’ virou uma categoria social, com direito a inúmeras comunidades, sites de informação e serviços exclusivos na internet.
O movimento mompreneur é um constante crescimento, as mães tentam encontrar maneiras de ganhar dinheiro, expressar sua criatividade, perspicácia nos negócios e também ser mãe presente de seus filhos.
Não há números precisos de quanto exatamente quantas mompreneurs compõem o mundo dos negócios atuais, mas existem algumas estatísticas sobre o crescimento dos negócios em casa. Um deles é a impressionante lista de vendedores independentes no eBay - perto de 500 mil pessoas são as mães vendedoras independentes.

De acordo com um estudo realizado pela ONG Center for Women's Business Research, as mulheres estão começando novas empresas em dobro da taxa dos homens.
Os empregos de Mompreneur variam muito, muitos deles são bastante rentáveis. As mães podem cuidar, em sua própria casa, dos filhos de outras mães que trabalham fora (ainda não muito comum aqui no Brasil), desenvolverem atersanatos, designs de jóias, Trabalhos como freelancers, etc. Houve um tempo em que ser uma ‘work-at-home-mom’ era sinônimo de ser vendedora de Tuppeware ou Avon, mas hoje as ‘wahms’ ou ‘mompreneurs’ são bem mais descoladas. Aparecem no mercado como escritoras, blogueiras, estilistas, crafters, fotógrafas, webdesigners, consultoras, stylists, assistentes virtuais, organizadora de eventos. Enfim, elas trabalham com o que gostam, criam os filhos mais de perto, lançam moda, produzem riqueza e começam a ser reconhecidas pelo mercado.
Nem todas as mompreneur fazem produtos para vender, mas reinventam uma maneira para fazer negócios e muitas têm um lucro estável.
Uma das principais questões da mompreneur é aprender a equilibrar as exigências de seus filhos com as necessidades do seu negócio. É por isso que muitos sites americanos aconselham a iniciarem com um negócio pequeno, criar apenas expectativas realistas. A mompreneur aprende a trabalhar durante aqueles momentos em que seus filhos exigem o mínimo de supervisão. Aprendem a dizer "não" quando algum negócio as levará para algum tempo longe da família.

O movimento mompreneur é interessante, expressa a mudança de atitudes de mães. Mães que optam por ficarem em casa, agora estão encontrando muitas maneiras sem, necessariamente, sacrificarem o lucro. Não se pode dizer que todas as mompreneurs sempre são perfeitamente capazes de equilibrar o trabalho e as necessidades da família, mas têm chances maiores de serem capazes de proporcionar esse equilíbrio por serem seus próprios chefes.
Depois de anos lutando para garantir o espaço na Sociedade, mulheres buscam qualidade de vida. Elas querem ficar mais próximas dos filhos, ter mais tempo para os amigos e familiares, resgatar antigos rituais de cultura e trabalhar com horários mais flexíveis.

Para saber mais:
Crescer
Mompreneurs on line

O cachorro também é ator



A montagem que é uma continuação do "O Circo do Seu Lê" apresenta uma novidade, a presença de Puffy, um cão-ator e é a segunda etapa de uma trilogia que o grupo pretende finalizar até 2011. Em O Domador de Férias, da Cia Furunfunfum, o cão interage com atores humanos e diverte a criançada com um jogo de futebol e uma viagem ao espaço.
De raça pastor-de-shetland, o totó rouba a cena — faz vários truques.
As crianças não tiram os olhos durante todo o espetáculo.
O cão Puffy não é um “ator experiente”. A intenção de Marcelo Zurawski, diretor e ator da Cia Furunfunfum, é justamente essa. “Nossa proposta é de improviso. Não queríamos um cachorro acostumado a sets de filmagens, mas apenas que se desse bem com o elenco humano”, diz.

O Domador de Férias, da Cia Furunfunfum
Até 19 de setembro
Sábados e domingos às 17h30

Onde: Teatro Alfa (Sala B - 200 lugares)
Rua Bento Branco de Andrade Filho 722, Santo Amaro, tel. 5693-4000
www.teatroalfa.com.br

Ser Pedagogo

Ser Pedagogo não é apenas ser Professora, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola.
É mais do que isso.
É ser Responsável.
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade deturpada, equivocada sem valores morais nem princípios.
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande
nas mãos.
Talvez até mesmo o futuro...
Nas mãos de um Pedagogo concentra- se o futuro de muitos médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou qualquer outra profissão...
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.
Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na sociedade, no mundo, na vida.
Ser Pedagogo não é fácil, requer dedicação, confiança e perseverança.
Hoje em dia ser Pedagogo em uma sociedade tão competitiva e consumista não torna-se uma profissão muito atraente, e realmente não é.
Pois os valores, as crenças, os princípios, os desejos estão aquém do intelecto humano.
Hoje a sociedade globalizada está muito voltada para a vida materialista.
As pessoas perderam- se no caminho da dignidade e optaram pelo atalho da competitividade, é triste pensar assim, muito triste pois este é o mundo dos nossos filhos, crianças que irão crescer e tornar- se adultos.
Adultos em um mundo muito poluído de idéias e sentimentos sem razão.
Adultos que não sabem o que realmente são.
Alienados, com interesses voltados apenas pelo Ter e não pelo Ser.

Ser Pedagogo é ter a missão de mudar não uma Educação retorcida, mas ser capaz de transformar a sociedade que ainda está por vir.
Pode ser ideologia pensar assim, mas como Pedagogos temos a capacidade de plantar hoje nesta sociedade tão carente de valores, sementes que um dia irão florescer.
E quem sabe essa mesma sociedade que hoje é tão infértil possa colher os frutos que só a Pedagogia pode dar.